
Aprendi com os vendavais da vida,q o silêncio é a melhor resposta
Mas!Preciso hj me exceder:
Aprendi q mesmo com o meu rótulo na testa colocado por pessoas q geralmente não enxergam a trave em seus olhos e q vivem tentando sentar em cima do próprio rabo para q o meu pareça maior, que o melhor a fazer é continuar sendo benevolente e viver dentro dos meus conceitos, aos quais não incluem rótulos.
Aprendi, por experiência,o quão grande é o numero de pessoas que mesmo sem me dirigir a palavra uma vez se quer,acham que sabem dos meus segredos, dos meus sentimentos e da minha vida e pior ousam apontar o dedo e me julgar, por algo que talvez eu nem tenha feito, elas por falta do que fazer cria uma novela e distribuem boca a boca como se fosse verdade absoluta, e o pior a verdade da minha vida.
Mas o humano de vidro é assim: para livrar a culpa da sua alma, limpar toda sujeira e apagar todos os erros e todas as mancadas e sacanagens que cometeram com outras pessoas, tentam me fazer igual ou pior. Mesmo nunca tendo provado da minha essência.
Por mais que se empilhe na cabeceira de suas camas milhões de livros, sigam dogmas, religiões ou doutrinas, casem-se, separem-se, tenham filhos,amem, conheçam pessoas (vidro) e “pessoas” (diamantes), parecem q não valorizam o que é sentir, saber, e apenas respeitar a história da vida alheia, pois atrás de todas as vidas existe uma alma e é nela que está toda a beleza humana é o diamante maior q temos.
Pessoas que lêem bons livros, mas não os entendem que não sugam a sabedoria e experiência que eles podem oferecer. Q não são capazes de pelo menos pegar um dicionário para saber os significados das palavras que utilizarão para julgar os outros.
Escrevo essas palavras contidas com a minha revolta e minha piedade, inclusive por mim mesma, por pertencer, ainda, a um mundo povoado de seres cegos de sua própria cegueira, que por não poderem ver o caminho solitário que traçam dentro de si não percebem que de nada adianta julgar e culpar os outros pelos seus erros e sentimentos fracassados. São pessoas que tem dentro de si uma verdadeira escuridão, pessoas baldadas, frustradas sentimentalmente e malogradas na vida. Que, juram adquirirem sabedoria e serem dotadas de retidão, mas continuam incapazes de perceber quão vagas estão suas almas e suas percepções do mundo e das pessoas a sua volta.
Estou aprendendo a observar antes de julgar, pois sempre que julgo estou limpando alguma sujeira do meu passado. E de nada adianta limpar o meu passado se minha alma já estiver vazia, se o meu coração for leviano e se sou incapaz de perceber minha própria cegueira.Depois de muito apanhar da vida conclui: não adianta dar amor aos incrédulos, eles sempre voltam, eles sempre falam, mas eles nunca entendem e muito menos escutam.Aprendi também que preocupante não é o que as pessoas pensam de mim, às vezes essa é a própria visão que elas têm de si. O importante mesmo é me ver dentro do espelho da minha alma e não me envergonhar da minha imagem nua revelada.
O importante mesmo é rir, é engolir o vinho doce, ou melhor, a cevada da antártica gelada, da amargura alheia e, perceber q estas pessoas simplesmente queriam ser como eu, mesmo que se incomodem com o meu caminho.
Elas passariam passo a passo, pela estrada que passei, falariam letra a letra, faria todos os atos “errôneos” que eu cometi, virariam fonte de fofoca e alvo de inveja, mas faria tudo isso apenas para se livrarem da escuridão, se libertarem da infelicidade de serem elas mesmas cegas de alma e secas de coração.Sou “pessoa” de choro fácil. Mas quando sorrio, sorrio com a alma. E quando amo. Ah!Amo com o todo o meu ser.
“Não desisto sem lutar, e nunca admiti a possibilidade de me render”
Estou aprendendo a selecionar meus diamantes, pessoas vidros já me cortaram demais e não costumo revidar feridas!Tenho sempre procurado dentro de mim mesma a fórmula de cicatrização e para cada ferida aos poucos tenho encontrando.
Portanto, desculpe-me se te ofendo, mas os vidros não me interessam mais!
Pronto me excedi!
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