terça-feira, 30 de março de 2010

Escolhas feitas pelo coração!

Chega momentos em que o nosso subconsciente torna-se tão consciente. Que nos chega a cobrar algo de nós mesmos como se fosse urgente, certo ou inconsequentemente impossível não o fazer, não renunciar e se doar...
Quem entende os alentos, os acontecimentos, as situações que nos deparamos?
Tenho tantos sonhos tantos desejos tanta vontade voar, mas pareço sempre estar acorrentada dentro de um mundo onde os meus valores não me dão escolha.
Se colocar a frente de todos, colocar seus planos e desejos a cima de tudo será que isso mesmo é se amar?
Reinvento contrariamente a pergunta: Como amar ao próximo sem amar a si mesmo? Vou ainda mais longe como amar a Deus sobre todas as coisas, se quando nascemos o mundo inventou vários Deuses através de dogmas ditos escritos historicamente pelos apóstolos de Jesus o filho de Deus, mas nó não somos todos filhos d’Ele? Inverto a pergunta, como podemos amar a nós mesmos sem amar ao próximo descendente, ascendente, consaguineos, amigos?
Minha cabeça gira em torno não mais das perguntas mais em torno das respostas, pois hoje percebo que não são as perguntas que resolvem os problemas daqueles que convivemos, nem muito menos os nossos, temos que estar sempre agindo, decididindo, o tempo não para e a vida não espera, não ela literalmente não espera...
Nós sim que somos a vida em pessoa temos que aprender a esperar, esperar o tempo de “DEUS”, essa entidade, pessoa, ser que muitos dizem acreditar mas não sabem bem quem é, como é, se tem asas, se esta em todos os lugares ao mesmo tempo e se perdoa realmente todos os nossos pecados.
Não duvido e nem tão pouco estou duvidando da existência de Deus, só estou tentando colocar as respostas que encontrei pra minha vida dentro das condições que ele me deu, porém para isso tenho que adiar mais uma vez meus desejos, superar os meus medos, ser eu mesma, aprender a ser o que nem tenho certeza se posso...
Constantemente não me pergunto oque levaremos daqui, mas pra onde levaremos, porque eu vejo e sinto coisas que quase ninguém vê porque existem homens inteligentes o suficiente para inventar um remédio para que o meu corpo (máquina humana) consiga repor enzimas e não manda uma cartilha de como ser uma pessoa melhor, melhor pra si, melhor para os outros...
A cartilha que temos é o livre arbítrio, mas ironicamente vivemos perdidos dentro dele.
Ontem eu fui tocada novamente pela espiritualidade e hoje senti como se Deus estivesse falando comigo, contraditório dizer que não sei exatamente o que é Deus, mas ter certeza de ouvido a voz dele, sim! Mas foi oque aconteceu... Se sinto-me bem, diria lisongiada, no entanto ele me pediu para mais uma vez renunciar algo que quero muito, para continuar vivendo ao lado de um soldado ferido e em uma guerra que já foi perdida, porque? Não sei mas nunca venci o temor de desobecê-lo então mais uma vez... Estou me colocando em segundo plano... Ele me pediu e não me deu certeza de recompensa nenhuma...
Mas resiguinidamente seguirei à obedecê-lo.

30.03.10

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